O lucro só se sabe no fim
A obra vai a 60% e já gastou 85% do orçamento. Quando a conta é feita, o prejuízo já aconteceu e já não há nada a renegociar.
O OBRA junta numa só conta as obras, o ponto e os salários, com o IUR e o INPS calculados pela tabela cabo-verdiana. Do orçamento ao auto de medição, do ponto ao recibo, tudo dentro da mesma obra.
Software registado na DNRE
A emissão a partir do OBRA está em construção. Ver ponto de situação.
Não é falta de trabalho nem de experiência. É que a informação da obra vive em três sítios que nunca se falam: o caderno do encarregado, o grupo de WhatsApp e uma folha de Excel que só uma pessoa percebe.
A obra vai a 60% e já gastou 85% do orçamento. Quando a conta é feita, o prejuízo já aconteceu e já não há nada a renegociar.
O ponto chega ao escritório em papel, ilegível e sem dizer a que obra pertence cada dia. Depois é somar à mão, com o IUR e o INPS por cima.
O alvará, o seguro de acidentes de trabalho, a certidão do INPS. Basta um documento fora de prazo para a obra parar ou o concurso cair.
Cada peça alimenta a seguinte. O que se mede no auto vira factura, o ponto que o encarregado marca vira custo da obra e recibo do trabalhador, sem ninguém voltar a escrever o mesmo número.
O sistema compara, centro de custo a centro de custo, o que já foi medido nos autos aprovados com o dinheiro que já saiu, e projecta o custo final da obra. Quando uma obra passa a vermelho, o gestor é avisado.
O encarregado marca a presença por obra, no telemóvel, meio dia ou dia inteiro. No fim do mês o processamento calcula o recibo pela tabela cabo-verdiana em vigor e guarda cópia congelada das regras que usou, para que mexer na tabela nunca altere um recibo já pago.
O mapa de quantidades passa a auto de medição, o auto aprovado propõe a factura ao cliente já preenchida, e a subempreitada segue o mesmo caminho do lado do custo, com a retenção de garantia congelada no momento da aprovação.
Cronograma com dependências entre tarefas, caminho crítico calculado e linha de base guardada. Uma tarefa que escorrega mostra de imediato se come a folga que havia ou se empurra a data de entrega.
Alvarás, seguros, certidões e garantias ficam com data de validade. O sistema avisa trinta dias antes e no dia em que expira, por documento e por obra. Para quem trabalha para grupos grandes ou vive de obra pública, é a diferença entre concorrer e ficar de fora.
Números do sistema que está no ar hoje, não de um plano. Pode confirmar cada um deles na conta de demonstração.
Um programa comprado em Portugal ou em Espanha não sabe o que é o IUR, não conhece o INPS e não tem os feriados de Cabo Verde. Falta sempre a parte que dá mais trabalho.
Escalões de IUR mantidos por nós e percentagem de INPS por empresa, com data de início de vigência. Cada recibo guarda a tabela que usou.
Valores em CVE, sem casas decimais, como se escreve cá. Oito países já configurados com moeda, indicativo e fuso próprios, e validação própria do número fiscal em Cabo Verde, Portugal, Angola, Moçambique e Brasil.
80 feriados de Cabo Verde carregados, de 2025 a 2032, a contar nos dias úteis do cronograma e no ponto.
O modelo dominante de execução cá tem módulo próprio, com contrato, autos, retenção de garantia e a respectiva libertação.
A 10 de Setembro de 2026, a DNRE registou o software OBRA na plataforma e-Fatura, com o código de software OBRA. Esse passo está feito e é verificável.
O que ainda não está: a emissão de facturas electrónicas a partir do OBRA. Hoje o sistema regista a factura que a sua empresa emitiu no programa de facturação dela, e o documento que imprime diz, no próprio papel, que é um documento de gestão e não uma factura fiscal. Somos nós a escrevê-lo lá, para ninguém se enganar.
Preferimos dizer isto na primeira página a deixá-lo descobrir depois de assinar.
O dono da obra entra no portal do cliente para acompanhar e aprovar sem ocupar lugar na subscrição. Os valores abaixo vêm do catálogo a funcionar, não de uma tabela copiada para aqui.
Valores em escudos cabo-verdianos. Fora de Cabo Verde a subscrição é anual.
O trabalhador de obra não precisa de conta nem de fazer login. Quem usa o sistema são o escritório e o encarregado, e o encarregado só tem de marcar quem trabalhou, no telemóvel, num ecrã desenhado para isso. O trabalhador recebe o recibo por WhatsApp ou por email.
O sistema é web e assume ligação. Trabalha bem numa ligação de dados de telemóvel, porque os ecrãs são leves, mas não funciona sem rede nenhuma. Na prática, o ponto costuma ser marcado onde há sinal, ao início ou ao fim do dia.
Os dados são seus. Os 53 relatórios exportam em PDF, CSV e XLSX, o que dá 159 ficheiros diferentes que pode levar consigo a qualquer momento, sem pedir autorização a ninguém.
Cada empresa está isolada das outras por construção, e isso é testado e não assumido: dois testes de intrusão tentam ler e escrever nos dados de outra empresa a partir de uma conta legítima, e foi assim que se encontraram e fecharam caminhos de escrita que estavam abertos.
Não. O OBRA regista a factura que emitiu no programa de facturação que já usa, para o valor entrar no custo e na receita da obra. A emissão de facturas electrónicas a partir do OBRA está em construção.
Pode. Há uma conta de demonstração com uma construtora a funcionar lá dentro, com 15 obras, 40 trabalhadores, 2 878 marcações de ponto e 116 recibos processados, para ver o sistema cheio em vez de vazio. E os pacotes com preço publicado trazem dias de teste incluídos.
Três caminhos, o mesmo destino. Escolha o que lhe der mais jeito.
A via mais rápida. Escreve, alguém responde. Sem formulário, sem espera.
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